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sábado, 17 de dezembro de 2011

Onde encontrar mudas de “insulina vegetal”

insulina vegetalDesde que publiquei no blog sobre o sucesso no uso do chá feito com a planta insulina recebo várias mensagens de leitores perguntando onde adquirir mudas da planta.

A planta foi usada quando minha filha (que é diabética insulino-dependente desde os 8 anos) a usou, em forma de chá.

A indicação era um copo de chá meia hora antes das refeições principais (café da manhã, almoço e jantar). Para fazer o chá basta despejar um copo de água fervente sobre 3 ou 4 folhas da planta e abafar tampando o copo por alguns minutos. Depois deve-se retirar as folhas e usar adoçante a gosto (o chá não tem gosto bom, segundo minha filha).

Realmente o chá reduz drasticamente a dose diária de insulina a ser administrada por injeção, reduzindo também os efeitos colaterais que o uso de qualquer medicamento provoca com seu uso a longo prazo.

A desvantagem – e motivo para abandonarmos o tratamento – é que não há como dosar de forma exata (como acontece com a injeção), pois as folhas não são sempre do mesmo tamanho e acredito que também a dose de insulina contida nelas pode variar de acordo com a posição da folha na planta (mais próxima da raiz ou nas pontas dos galhos), a quantidade de chuvas ou regas no período, a quantidade de sol tomada, tamanho da planta, etc.

Esse fato acabou provocando várias crises de hipoglicemia (quando a taxa de glicose no sangue cai para menos de 50 – o normal é de 50 a 110). Como as hipoglicemias também são perigosas, decidi interromper o uso do chá.

Como eu morava no interior, consegui uma muda da planta com facilidade na zona rural. A planta é fácil de ser cultivada, é uma trepadeira e se não for podada e tiver um pouco de sol e água alastra-se tomando conta de tudo. Portanto se encontrar uma pode-a constantemente se não quiser viver dentro de uma “selva de insulina vegetal” em pouco tempo.

Se você mora no interior procure em sítios e fazendas de sua região, se vive em cidade grande procure em feiras ou barracas de ervas medicinais. Não tenho conhecimento de quem a venda enviando por correio ou encomendando pela internet.

Para os que me escrevem perguntando se podem tomar o chá na gravidez, ou se também ajuda a reduzir o peso e outras questões, tenho a dizer que apenas posso falar da minha experiência com a planta – usada para tratar diabetes, reduzindo a quantidade de insulina injetada diariamente.

Para qualquer outro uso, você deve procurar seu médico. Os médicos muitas vezes são céticos quanto aos resultados de tratamentos com chás medicinais, mas de qualquer forma ele sempre deve ser consultado antes de tomar qualquer medicação, chá, poção, etc.

A pessoa mais indicada para determinar o melhor tipo de tratemento ou medicação em seu caso – se você é diabético ou se quer apenas perder peso – é o endocrinologista.

Leia mais sobre a planta aqui.

Pode ser que você encontre a planta aqui.

Zailda Coirano

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quinta-feira, 22 de janeiro de 2009

Stevia - um adoçante natural


Popularmente chamados de adoçantes, os edulcorantes são substâncias naturais ou artificiais de alto ou baixo poder de doçura. Um dos seus usos mais freqüentes é na substituição do açúcar em produtos denominados diet ou light. A stevia é um desses edulcorantes (adoçante) naturais. Não é calórico, sendo extraído das folhas da Stevia rebaudiana, planta silvestre da família do Crisântemo. Ela cresce naturalmente no Brasil e no Paraguai. Apesar de originária da América do Sul, hoje também pode ser encontrada em outros países como Japão, China, México e Estados Unidos.

Nos Estados Unidos, o Food and Drugs Administration, FDA, departamento que fiscaliza a produção e comercialização de alimentos e remédios naquele país, decidiu que a Stevia não era um aditivo seguro e impediu oficialmente sua importação e venda, em 1991.

Quatro anos depois, mediante a realização de novas pesquisas, o FDA admitiu a segurança do produto e liberou a importação das folhas e do extrato. No Brasil, é comercializado livremente, podendo ser encontrado em supermercados e lojas de produtos naturais.

Seu consumo cresce potencialmente en todo o mundo, e muitos consumidores sul-americanos estão comprando Stevia cultivada na Ásia. Os glicosídios, na verdade esteviosídeos, encontrados nas folhas da Stevia têm poder adoçante 300 vezes superior ao do açúcar comum. Não é cariogênico e apresenta sabor agradável, sem gosto residual. É indicado para dietas com restrição de açúcar, e pode ser usado por diabéticos, obesos, idosos e crianças. É bom lembrar que o açúcar da cana, além do seu alto valor calórico, está associado a diversas doenças degenerativas da atualidade.

Antes de comprar o produto, é necessário verificar cuidadosamente sua composição. Alguns adoçantes à base de Stevia podem não conter apenas esse ingrediente. Às vezes estão acrescidos de sacarina e outros aditivos.

A Stevia tem várias utilidades na alimentação. Pode ser usada no preparo de sucos, sorvetes, chás, pratos cozidos ou assados, não tendo, porém, a capacidade de caramelizar-se. Durante os últimos vinte anos, esse produto tem sido consumido e testado em todo o mundo. Até o presente não foi considerado tóxico. Uma pessoa que tenha problemas de saúde como obesidade e diabetes, por exemplo, pode usá-lo. No entanto, qualquer alteração em sua dieta deve ser monitorada por um médico e um nutricionista.

Fonte Inova Unicamp - Stevia

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terça-feira, 20 de janeiro de 2009

Insulina vegetal


Nome científico: Cissus sicyoides L.

Família: Vitaceae.

Sinônimos botânicos: Cissus brevipes C.V. Morton & Standl., Cissus canescens Lam., Cissus compressicaulis Ruiz & Pav., Cissus elliptica Schltdl. & Cham., Cissus obtusata Benth., Cissus umbrosa Kunth, Vitis sicyoides (L.) Morales.

Nomes aceitos: Cissus verticillata (L.) Nicolson & C.E. Jarvis, Cissus verticillata subsp. verticillata.

Outros nomes populares: mãe-boa, cipó-pucá, cipó-puci, achite, anil-trepador, caavurana-de-cunhan, cipó-da-china, cortina-japonesa, diabetil, proeza-japonesa, tinta-dos-gentios, uva-brava, uva-do-mato.

Constituintes químicos: esteróis, quinonas e compostos fenólicos nas folhas e antocianinas nos frutos; aminoácidos, alcalóides, saponinas, taninos, açúcares, esteróis, lactonas sesquiterpênicas e luteolina; flavonóides: cianidina, cianidina-3-arabinosídeo, cianidina-3-rhamnosil-arabinosídeo, delfinidina, delfinidina-3-O-b-D-glucosídeo, delfinidina 3-O-b-D-glucosídeo e delfinidina-3-rhamnosídeo; sais de magnésio, manganês, silício, cálcio, fósforo e potássio.
Propriedades medicinais: hipotensora, sudorífica, anti-reumático, antidiabética, antiinflamatória, estomáquica e anti-hemorroidária.

Indicações: abscesso, beribéri, derrame, diabete, coração (taquicardia, hidropisia, abaixar a pressão arterial), hidropisia, reumatismo, taquicardia, preventiva de derrame, inflamação, reumatismo, estômago, hemorróida.

Parte utilizada: folhas.

Contra-indicações/cuidados: não encontrados na literatura consultada.

Efeitos colaterais: não encontrados na literatura consultada.

Modo de usar:

Uso interno:

Anti-reumático, tratamento do beribéri:
a) Infuso e Decocto a 2%: de 50 a 200cc por dia de 1 a 4cc por dia.
b) Tintura: de 5 a 20cc por dia.
c) Xarope: de 20 a 80cc por dia.
d) infusão: 1 folha picada em uma xícara de chá e derramar água fervente, tampar por 10 minutos. Tomar 1 a 3 vezes ao dia.

Chá contra diabete: colocar 2 colheres da folha seca da insulina (planta), 3 folhas grandes frescas, em um litro e meio de água fervente. Abafar e deixar descansar por 20 minutos. Coar e tomar de 3 a 4 vezes ao dia.

Uso externo:
- reumatismo e furúnculos: folhas amassadas.
- abscessos e gânglios inflamados: folhas aquecidas.

Fonte: Plantamed - Insulina Vegetal

A Adeline tomou o chá com essa planta logo no início da doença, mas como tinha ainda 8 anos reclamava que o gosto não era bom. Outro problema que encontramos foi que como a doença estava no início e nós ainda não conseguíamos uma estabilização no nível de açúcar, como ela reduzia muito o nível de glicose no sangue a Adeline tinha crises de hipoglicemia frequentes. O médico pediu que parássemos até conseguir determinar as dosagens necessárias de insulina por injeção para depois introduzir o chá para ir reduzindo aos poucos à medida que ela fosse aumentando o chá. Tomando o chá a Adeline chegou a tomar apenas 2 unidades diárias de insulina por injeção.

A planta cresce demais, é uma trepadeira e tem que ser monitorada porque se encontrar alguma coisa onde possa subir vai em frente. Foi o que nos aconteceu, ficamos por algum tempo sem usar a planta, que estava plantada num vaso nos fundos da casa e quando fomos ver ela já havia tomado toda a nossa antena de TV. Tivemos que cortar e quando fomos reiniciar o tratamento não encontramos mais quem nos fornecesse a planta.

Vale a pena procurar por ela porque no caso da Adeline reduziu bastante a dosagem diária de insulina humana que ela tinha que tomar, só é necessário tomar cuidado para introduzir o chá aos poucos para ir sentindo a reação do organismo pois podem acontecer crises graves de hipoglicemia.


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terça-feira, 6 de janeiro de 2009

Dieta com medicamentos deve ter acompanhamento médico



Com o período do fim do ano e início de 2009, muitas pessoas recorrem às dietas, remédios e exercícios para conseguir entrar em boa forma. De acordo com o presidente da Federação Latinoamericana para o Estudo da Obesidade e professor associado da Puc-RJ, Dr. Walmir Coutinho, a melhor maneira de perder peso de forma saudável é com dieta equilibrada e a prática de exercícios físicos. Segundo o especialista, os remédios para emagrecer podem ser utilizados apenas em alguns casos, mas sempre com indicação de um profissional.

Não são todos os casos que precisam de medicamento. Só o médico é apto a constatar se o paciente deve ou não recorrer ao uso de medicamentos, portanto, o ideal é que se procure um bom profissional. Recomendamos sempre associar o tratamento a uma dieta equilibrada e atividade física.

Mesmo com o uso de medicamentos, a meta principal do tratamento deve ser a mudança dos hábitos com uma melhor alimentação e a prática regular de atividades físicas. Mudando-se os hábitos que fizeram o paciente ganhar peso, evita-se o efeito sanfona.

Alguns inibidores de apetite podem causar dependência química ou diversos sintomas desagradáveis. Entre os inibidores do apetite predominam os decorrentes do estímulo do cérebro, como nervosismo e insônia. Entre os estimulantes da saciedade são mais freqüentes a boca seca, a constipação intestinal e a insônia. Já os inibidores de absorção das gorduras, quando não associados a um plano alimentar equilibrado, podem causar diarréia.

Leia também:
As frutas na alimentação do diabético

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Diabetes mellitus é uma doença metabólica caracterizada por um aumento anormal do açúcar ou glicose no sangue. A glicose é a principal fonte de energia do organismo porém, quando em excesso, pode trazer várias complicações à saúde como por exemplo o excesso de sono no estágio inicial, problemas de cansaço e problemas físicos-táticos em efetuar as tarefas desejadas. Quando não tratada adequadamente, podem ocorrem complicações como Ataque cardíaco, derrame cerebral, insuficiência renal, problemas na visão, amputação do pé e lesões de difícil cicatrização, dentre outras complicações. 



Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Diabetes_mellitus